domingo, 29 de maio de 2011

Espaço Democrático

A Folha de São Paulo é um dos veículos de comunicação mais renomados e respeitados do nosso país. Um dos jornais mais antigos em circulação, publicado desde 1921. Toda história de um grande matutino está relacionada com o pensamento sócio-econômico social e político de seus presidentes, editores, conselheiros, e de certa forma escritores. Assim constroem a cada década, ano, mês, dia a consolidação de suas idéias e opiniões. Foi assim em vários momentos na busca pela democracia brasileira.



Um jornal, que, devido a história seja tão bonita, de tanto respeito, deveria dar mais espaço para os pequenos partidos políticos. O pensamento real de esquerda dificilmente aparece nas páginas opinativas, essas articuladas por nomes que constroem a atual história do nosso país.


Como assinante Folha, acompanho sempre as páginas explicativas e argumentativas que consolidam nossas leis e deveres. Gostaria de ver Ivan Valente (PSOL), Aldo Rebelo (PCdoB), Mercadante(PT) entre muitos outros militantes. É de suma importância que haja equilíbrio nas discussões de um jornal. Os dois lados são importantíssimos. E o povo merece troca de idéias.



A democracia de um país, as idéias políticas, o gerenciamento do poder público dependem de ambigudade opinativa. Um choque de opiniões. Credibilidade é a base que sustenta os leitores, e a Folha tem, de sobra. Mas é inquestionável o espaço dado para partidos como PSDB e DEM. Seria mais justo, pelo menos um dia da semana, ceder um espaço para partidos de menor inflûencia.


Os laços democráticos dentro de um veículo podem ser amarrados e saírem dali ótimas idéias. Não precisamos de crítica pessoal entre políticos, mas de pensamentos que façam o Brasil crescer ainda mais. Atualmente somo emergentes no cenário mundial, um país que eleva a taxa de crescimento a cada ano, mas que necessita corrigir muitos erros. A injustiça social, os serviços públicos, a corrupção, violência entre muitos outros. E somente com ideais surgidos desse choque moral podem servir para mudar de vez nossa história.


sexta-feira, 27 de maio de 2011

Super-Lulaaaaa

A semana que termina expôs a fragilidade política de Dilma Rousseff. Foram 6 dias de turbulência, polêmicas, uma delas envonvendo o principal líder do governo abaixo da presidente, Antônio Palocci. O Ministro Chefe da Casa Civil mais uma vez no início de um mandato, está envolvido em confusão. Alías, apesar de sempre ter votado no PT, é de praxe assistir o partido assíduadamente envolvido em polêmicas.


Na imprecisão política da atual presidenta do Brasil, foi preciso recorrer a velhos parceiro (nunca antes na história desse país). Lula aparece para esfriar a crise, é um conselheiro nato. O ex-presidente comandou uma reunião entre os líderes partidários, deus conselhos a Palocci e promoveu um encontro entre Dilma e o próprio partido. Afinal, 8 anos de governo gera uma bagagem incrível, principalmente para Lula que se acostumou a apagar incêndios.


Uma outra questão que o ex-presidente debateu com Dilma foi a respeito do Kit Anti-Homofobia. O projeto do Ministério da Educação de Fernando Haad, criou uma espécie de kit conscientização para alunos e professores no que diz respeito a homofobia. A presidenta vetou graças a ajuda de Lula. O que, de certa forma, diminui as convergências com a bancada católica e evangélica contra o kit.


Dilma demonstra toda fraqueza política que possui. Será que em toda ameaça de crise Lula aparecerá? E se Palocci entregar o cargo em caso de irregularidades? Parece que no PT, salva-se o casal de presidentes. Veto de projeto do próprio partido, silêncio no caso do Ministro Chefe da Casa Civil, e governabilidade zero. E quando precisar agir com os próprios instintos? Cadê o pulso? Abre o olho Dilma.


quinta-feira, 26 de maio de 2011

Palocci na Berlinda

O principal ministro do governo Dilma, Antônio Palocci (Casa Civil), está novamente na corda bamba. Não se passaram seis meses da posse da atual presidente e novamente o PT vive um conturbado momento que pode transformar-se em crise. Semelhanças com 2003, mensalão, quando o ministro cuidava da Fazenda. Lembram-se.


De certa forma Palocci aumentou o patrimônio 20 vezes em apenas 4 anos, período em que foi deputado federal, e segundo ele prestou serviços de consultoria. Os valores chegam a 20 milhões de reais. Mas quem neste país cresce tão rapidamente prestando serviços? Que empresas são essas?


A busca por respostas da oposição tanto do PPS, PSDB, e DEM ainda não foram motivos para a realização de uma CPI, mas será que adiantaria? Terminará outra vez em pizza ou dancinha na Câmara. Opositorem acreditam que Palocci teria prestado serviços para o governo federal, o que seria mais uma séria acusação de tráfico de influencia. Desde o ano passado isso ocorre em outros casos como da Elenice Guerra ex-braço direito da Dilma ano passado, a quebra de sigilo de Verînica Serra nas eleições presidenciais 2010. Histórias que o povo não sabe como começou nem terminou. Onde estão os culpados? Alguém foi punido? Porque o povo é sempre o último a saber? Será que há problemas com a justiça brasileira? Se sim, como ela pode julgar outros casos?


É de praxe que os mais renomados veículos de comunicação deste país certamente nunca apoiaram o Partido dos Trabalhadores, mas em vários momentos a militância deu motivos para crítica. Esse é um dos casos.


E o PT, o partido se calou. Ninguém diz exatamente nada. Dilma blindou totalmente o seu braço direito. Será uma boa? Onde estão os petistas? Não sei quanto tempo Palocci se manterá no cargo, mas em alguns meses o povo esquece e está tudo resolvido.


Nós precisamos que o povo vá as ruas, lutem por direitos e por justiça não que fiquem caminhando nas ruas paulistanas para liberação de seus vícios. Está dificíl acreditar na democracia brasileira, por mais avançada que seja, falta seriedade e punição para nossos culpados.